A Paixão de Cristo, por Thomas Adams.

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Algumas Citações deste Sermão:

"Salomão foi um grande rei, mas aqui está [Alguém] maior do que Salomão. Salomão foi Christus Domini, mas aqui está Christus Dominus. Aquele era o ungido do Senhor, mas este é o Senhor Ele mesmo ungido."

"Como viveremos com Cristo, se com Cristo, não morrermos (Romanos 6:8)? – mortos para o pecado, mas vivos para a justiça. Como Eliseu reviveu o filho da sunamita: “E subiu à cama e deitou-se sobre o menino, e, pondo a sua boca sobre a boca dele, e os seus olhos sobre os olhos dele, e as suas mãos sobre as mãos dele, se estendeu sobre ele; e a carne do menino aqueceu” (2 Reis 4:34). Desta forma, o Senhor Jesus, para nos restaurar, que estávamos mortos em nossos delitos e pecados, propagou e aplicou toda a Sua paixão a nós: coloca Sua boca de bênção sobre a nossa boca de blasfêmia; Seus olhos de santidade sobre os nossos olhos de concupiscência, e Suas mãos de misericórdia sobre nossas mãos de crueldade; e estende a Sua graciosa Pessoa sobre os nossos miseráveis “eus”, até que começamos a ficar aquecidos, a recuperar a vida, e o Espírito Santo [entra] dentro de nós."

"Visto que Cristo fez tudo isso para ti e para mim, então ore com Agostinho: “Senhor, me dê um coração para desejar-Te, desejando por busca-Te, buscando para encontrar-Te, encontrando para amar-Te – amando, para não mais ofender-Te”.

"Seis vezes, nós lemos que Cristo derramou Seu sangue: 1. Quando Ele foi circuncidado aos oito anos de idade, Seu sangue foi derramado. 2. Em Sua agonia no jardim, onde Ele suou gotas de sangue. 3. Em Sua flagelação, quando os algozes implacáveis buscaram sangue de seus lados sagrados. 4. Quando Ele foi coroado de espinhos, esses espinhos afiados feriram e atormentaram a bendita cabeça e derramou sangue. 5. Em Sua crucificação, quando Suas mãos e pés foram perfurados, o sangue jorrou. 6. Por fim, após Sua morte, “um dos soldados lhe furou o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água” (João 19:34). Todos os Seus membros sangraram, para mostrar que Ele sangrou por todos os Seus membros. Nem uma gota deste sangue foi derramado por Ele mesmo, tudo [disto era] por nós: por Seus inimigos, perseguidores, crucificadores – nós mesmos."

"Considerem-nO, Deus Todo-Poderoso, tomando sobre Si a natureza humana. Este é o primeiro degrau de descida. “E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós” (João 1:14). E “Deus enviou seu Filho, nascido de mulher” (Gálatas 4:4). Isto foi feito por revestir-se de nossa natureza, não por retirar a Sua própria. A Humanidade é unida à Divindade, mas a Divindade não é desassociada de si mesma. Ele é tanto Deus quanto homem, ainda assim, apenas um Cristo: um, não por confusão de substância, mas por unidade de Pessoa. Agora, nisto este eterno Deus tornou-se homem, Ele sofreu mais do que um homem pode sofrer, seja vivendo ou morrendo. Que o homem pudesse ter se tornado em um animal, em um verme, em pó, em nada, não é tão grande depreciação quanto que o Deus glorioso pudesse se tornar em homem."

"Veio Ele a Jerusalém, a qual Ele honrou com Sua presença, instruiu com Seus sermões, maravilhou com Seus milagres, molhou e orvalhou com Suas lágrimas? Ele O rejeitaram! “quis eu... tu não quiseste” (Mateus 23:37). Veio Ele a Sua parentela? Eles O ridicularizaram e difamaram, como se eles estivessem com vergonha de Sua aliança. Veio Ele aos Seus discípulos? Eles “tornaram para trás, e já não andavam com ele” (João 6: 66). Permanecerão ainda os Seus discípulos com Ele? Então eles dizem: “Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna” (João 6:68). Ainda assim, por fim, um O traiu, outro O negou, todos O abandonaram!"

Os discípulos são apenas homens fracos, os Judeus apenas cruéis perseguidores, os demônios apenas inimigos maliciosos; todos estes fazem apenas o seu tipo. Mas o mais baixo degrau é [que] Deus O abandonou; e em Seus sentimentos, Ele é esquecido do Altíssimo. Pesem todas estas circunstâncias, e vocês verdadeiramente contemplarão a Pessoa que deu a Si mesmo por nós.

"Ele mesmo, Aquele que era tanto Deus quanto homem; que assim participando de ambas as naturezas, nossa mortalidade e imortalidade de Deus, Ele pode ser um perfeito mediador. Ele veio entre os homens mortais e Deus imortal, mortal com os homens e somente como Deus. Como homem Ele sofreu, como Deus Ele satisfez; como Deus e homem Ele salvou. Ele entregou a Si mesmo: Ele mesmo totalmente e Ele mesmo, somente."

"Os raios de sol brilham sobre uma árvore, o machado corta a árvore, ainda assim não pode ferir os raios do sol. Desta forma, a Divindade ainda permanece ilesa, apesar de o machado da morte ter [cortado] abaixo a humanidade. Seu corpo sofreu ambos, o sofrimento e a espada; Sua alma [sofreu] tristeza, não a espada; Sua deidade não [sofreu] nem tristeza, nem a espada. A Divindade estava em pessoa aflita, ainda que não em dor."

"E então? Será preciso a ajuda de homens? Como é Cristo, o Salvador perfeito, se qualquer ato de nossa redenção é deixado para o desempenho de santo ou anjo? Não, as nossas almas devem morrer se o sangue de Jesus não puder salvá-las. E seja qual for o erro espirituoso [que] possa disputar pelos méritos dos santos, a consciência angustiada brada: “Cristo, e ninguém senão Cristo!... Cristo, e Cristo somente; Jesus, e apenas Jesus; misericórdia, misericórdia, perdão, consolo, por causa de nosso Salvador!” “E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos” (Atos 4:12)."

"Cristo entregou a Si mesmo à morte por nossos pecados para que Ele pudesse nos livrar da morte e de nossos pecados. Ele veio não só para destruir o Diabo, mas para “destruir as obras do diabo” (1 João 3:8). Nem Ele retira apenas do pecado o poder de nos condenar, mas também o poder para nos governar e reinar em nós (Romanos 6:6, 12). Assim que a morte de Cristo, como responde à justiça de Deus por nossos pecados, assim deve matar em nós a vontade de pecar."

[Citações do Sermão “The Passion Of Christ” (A Paixão de Cristo), por Thomas Adams].

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Fonte: www.ChapelLibrary.org
Tradução: www.OEstandarteDeCristo.com

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Artigo: A Paixão de Cristo, por Thomas Adams. . Publicado por: Reforma Radical dia: 22 abril 2014 . Esperemo que este artigo tenha edificado sua vida e que você volte muitas outras vezes. Aproveite para comentar sobre o texto. 0 Comentário na postagem: A Paixão de Cristo, por Thomas Adams.
 

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